terça-feira, 19 de maio de 2009

CÁLCULO RENAL

O cálculo renal, ou pedra nos rins, é uma massa dura formada por cristais que se separam da urina e se unem para formar pedras. Sob condições normais, a urina contém substâncias que previnem a formação dos cristais. Entretanto, esses inibidores podem se tornar ineficientes causando a formação dos cálculos.
A doença é duas vezes mais comum em homens e seu pico de incidência ocorre entre os 20 e 40 anos de idade.

PRINCIPAIS CAUSAS:

A causa exata da formação dos cálculos nem sempre é conhecida. Embora certos alimentos possam promover a formação de cálculos em pessoas que são susceptíveis, os cientistas não acreditam que algum tipo de alimento cause cálculos em pessoas não susceptíveis.
Uma pessoa que tenha algum familiar que já teve cálculo renal pode ser mais propensa a desenvolver cálculos. Infecções urinárias, distúrbios renais e metabólicos também estão relacionados com a formação de cálculos. A desidratação, muito importante nos lugares de clima quente, também é um importante fator de risco para a formação dos cálculos renais.
Outras causas de cálculo renal são gota, excesso de ingestão de vitamina D, e obstrução do trato urinário. Certos diuréticos, antiácidos e outros medicamentos podem aumentar o risco de formação de cálculos pelo aumento de cálcio na urina.


PRINCIPAIS SINTOMAS:

Usualmente, o primeiro sintoma de um cálculo renal é uma dor intensa. A dor começa subitamente quando a pedra se move no trato urinário, causando irritação e obstrução. Tipicamente, a pessoa sente uma dor aguda no dorso ou abdômen inferior. Pode ocorrer palpitação, náusea e vômito. Mais tarde, a dor pode chegar até a virilha.
Se a pedra for muito grande para ser expelida facilmente, a dor continua devido à contração dos músculos na tentativa de eliminar o cálculo. Quando o cálculo cresce ou se move, pode aparecer sangue na urina. Com a descida da pedra pode ocorrer aumento da freqüência urinária, forte desejo de urinar e sensação de ardor durante a saída da urina.
Se houver febre e calafrios acompanhando esses sintomas, uma infecção pode estar presente.

Diagnóstico:

A presença de sintomas sugestivos de cálculo renal, dor súbita no dorso ou sangue na urina, deve ser avaliada por um médico. Testes diagnósticos específicos podem então ser realizados para confirmar o diagnóstico.
Exames de sangue e de urina podem ajudar a detectar algumas anormalidades que podem promover a formação de cálculos. Em adição, o exame de urina pode detectar sangue na urina assim como a presença de cristais. Mais freqüentemente, os cálculos renais são encontrados em radiografia ou ultra-sonografia. Esses métodos diagnósticos oferecem informações importantes sobre o tamanho e localização das pedras.

fonte: http://boasaude.uol.com.br/lib/ShowDoc.cfm?LibDocID=4739&ReturnCatID=1746
Vasopressina

Regulação da diurese pelo ADH e aldosterona
O hormônio antidiurético (HAD, em inglês ADH), é um hormônio humano que é secretado quando o corpo está com pouca água; fazendo com que os rins conservem a água, concentrando e reduzindo o volume da urina. Este hormônio também é chamado de vasopressina, pois aumenta a pressão sanguínea ao induzir uma vasoconstrição moderada sobre as arteríolas do corpo. O ADH atua no néfron, favorecendo a abertura dos canais de aquaporinas no Túbulo Contorcido Distal, impedindo que a água seja eliminada pelo Ducto Coletor.
A vasopressina é secretada pela neurohipófise (porção posterior da hipófise), mas é produzida por células nervosas do hipotálamo que estendem seus axônios até a neurohipófise.
O álcool (do consumo de bebidas alcóolicas) suprime a produção do ADH, aumentando a diurese.

Problemas causados por produção errada de ADH:

Pessoas com insuficiência cardíaca podem ter seus receptores superestimulados, que por sua vez estimulam a produção do HAD. Esta síndrome é conhecida como "síndrome de secreção inadequada de HAD", "hormônio antidiurético de secreção inadequada", "síndrome da secreção inadequada de vasopressina", "síndrome de schwartz-bartter" ou simplesmente de SIHAD. Esta síndrome, em raros casos pode também ser produzida por uma doença do hipotálamo. O outro lado, a falta de produção do HAD causa a Diabetes insípidus.

fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Vasopressina
HEMODIÁLISE

A hemodiálise é um procedimento que filtra o sangue. Através da hemodiálise são retiradas do sangue substâncias que quando em excesso trazem prejuízos ao corpo, como a uréia, potássio sódio e água.

Como é feita a hemodiálise?

A hemodiálise é feita com a ajuda de um dialisador (capilar ou filtro). O
dialisador é formado por um conjunto de pequenos tubos chamados "linhas". Durante a hemodiálise, parte do sangue é retirado do corpo, passa através da linha em um lado, onde o sangue é filtrado e retorna ao paciente pela linha do lado oposto. Atualmente tem havido um grande progresso em relação a segurança e a eficácia das máquinas de hemodiálise, tornando o tratamento bastante seguro. Existem alarmes que indicam qualquer alteração que ocorra no sistema (detectores de bolhas, alteração de temperatura e do fluxo do sangue, etc).

Como o sangue é retirado do corpo?

A hemodiálise é feita por um tubo (cateter) que é colocado em uma veia grossa que é o acesso vascular para hemodiálise. É o que permite a retirada e a devolução do sangue para a pessoa. O tipo mais freqüente de acesso vascular é a fístula.Consiste numa ligação entre uma artéria e uma veia através de uma pequena cirurgia.Esta ligação permitirá a colocação de duas agulhas por onde o sangue sairá para o dialisador e depois será devolvido para a pessoa. (foto ao lado)

fonte: http://www.rim-online.com.br/trata/hemo.htm


RIM SOBRE CONTROLE


Campanha deste ano insiste no controle da pressão arterial, que é fator de risco para a doença renal. Há um ano e meio fazendo hemodiálise - três vezes por semana - após perder a visão e ter uma das pernas amputadas, Dirley, 66, descobriu que era diabético e que sofria de Doença Renal Crônica (DRC). Um simples exame de sangue ou de urina na fase inicial poderia detectar o problema vivido por Dirley e que está presente na vida de mais de um milhão de brasileiros. No Ceará, são quase três mil pacientes renais em tratamento. A verdade é que parte da população está negligenciada no monitoramento da creatinina, substância nitrogenada eliminada do organismo pela urina que serve como índice de mensuração do funcionamento dos rins. Tanto diabéticos, hipertensos e as pessoas que têm, ou tiveram, parentes com insuficiência precisam lembrar ao médico de pedir o exame de creatinina, não apenas os de colesterol e açúcar. A DRC consiste na perda progressiva do funcionamento do rim, responsável pela eliminação das impurezas (foto ao lado)
EPIDEMIA:
A DRC já é considerada uma epidemia que se dissemina silenciosamente pelo mundo. O mal consiste na perda lenta, progressiva e, muitas vezes, irreversível do funcionamento do rim, órgão vital que responde pela eliminação das impurezas do organismo e pela regulação da pressão sanguínea e a formação do sangue. A ação dos rins também ajuda a manter a saúde dos ossos, pois são eles que estimulam a produção de glóbulos vermelhos por meio da fabricação de eritropoietina: hormônio que atua na medúla óssea estimulando a produção e maturação dos glóbulos que transportam oxigênio para todos os órgãos. Qualquer desequilíbrio de uma dessas tarefas pode significar um sinal de alerta para possíveis problemas renais.
ANEMIA RENAL
À medida que a doença renal crônica evolui, os rins perdem a capacidade de secretar a eritropoietina assim a oxigenação do corpo fica comprometida, ocasionando a anemia renal.O problema surge no início da DRC e se agrava com a piora no quadro do paciente. Calcula-se que cerca de 75% dos pacientes que sofrem com a doença possuem anemia renal. Á melhor forma de retardar os efeitos da anemia renal é o diagnóstico precoce. Para checar como anda o funcionamento dos rins, é preciso fazer o exame de creatinina, obtido por meio de uma amostra de sangue, explica o médico.O tratamento da anemia renal se dá com a introdução de eritropoietina no organismo do paciente através de injeções que devem ser tomadas três vezes por semana. O tratamento pode melhorar significativamente a saúde global em pacientes com DRC, explica o médico.O início precoce da terapia pode ajudar a prevenir doenças cardiovasculares, reduzir as hospitalizações, o risco de mortalidade e os custos de tratamento que podem chegar a R$ 2 mil por paciente.

terça-feira, 5 de maio de 2009

video sobre como funciona o sistema excretor

video

http://http//www.youtube.com/watch?v=kYz3r5bpjxY

SISTEMA URINÁRIO

sistema urinário representa o mecanismo pelo qual o organismo realiza a eliminação de excrementos (substâncias nitrogenadas) e resíduos indesejáveis, desempenhando importante função na osmoregulação, proporcionando o equilíbrio da concentração de sais e o teor de água. As excretas são produzidas a partir da degradação de moléculas orgânicas como as proteínas e ácidos nucléicos, contendo em sua estruturação (os aminoácidos e os nucleotídeos) considerável proporção de elementos nitrogenados (formados participação do átomo de nitrogênio). Entre as principais excretas estão: o ácido úrico, a uréia e a amônia, respectivamente dispostas em ordem crescente de toxicidade, sendo um dos aspectos relacionados ao produto de excreção de um organismo e o tipo de ambiente onde vive. Pois conforme a evolução (domínio do ambiente terrestre), os animais necessitarão desenvolver um metabolismo apropriado a secretar substâncias pouco tóxicas, devido à baixa disponibilidade hídrica do organismo. Diferente dos organismos aquáticos, que excretam substâncias mais tóxicas, diluídas na água. Por este critério, os animais podem ser classificados da seguinte forma: - Uricotélicos aqueles que secretam ácido úrico. Exemplo: as aves e a maioria dos répteis. - Ureotélicos aqueles que secretam uréia. Exemplo: os mamíferos, os anfíbios, o restante dos répteis e os peixes cartilaginosos. - Amoniotélicos aqueles que secretam amônia. Exemplo: os peixes ósseos. Observação: em determinadas fases do desenvolvimento de específicos animais (anfíbios), que passam por metamorfose manifestando formas larvais (girinos), podem durante a fase inicial secretar amônia e posteriormente, na vida adulta, secretar uréia.

http://www.brasilescola.com/biologia/sistema-excretor.htm

sábado, 2 de maio de 2009

DOENÇAS DO SISTEMA EXCRETOR

Das doenças que atacam as pessoas nos países desenvolvidos, os distúrbios renais ocupam o quarto lugar. Muitas são as causas das doenças renais; infecções, envenenamento por substâncias químicas (como o mercúrio e o tetracloreto de carbono), lesões, tumores, formação de "pedras" (cálculos renais), paralisia, problemas circulatórios, etc.
Uma das doenças renais mais comum é a glomerulonefrite, em que há lesões dos glomérulos de Malpighi, com grave prejuízo da função renal. A glomerulonefrite pode ter diversas causas, mas a principal é a destruição dos glomérulos pelo próprio sistema de defesa do corpo, o sistema imunitário.
Por motivos ainda não muito bem conhecidos, alguns glóbulos brancos do sangue passam a produzir anticorpos que atacam os glomérulos renais. Uma vez que o próprio sistema imunitário volta-se contra o organismo, fala-se que esse tipo de glomerulonefrite é uma doença auto-imune.
Uma glomerulonefrite pode levar à progressiva perda das funções renais, até que o sangue praticamente não seja mais filtrado, ou submetê-la a um transplante renal.

http://www.webciencia.com/11_25excretor.htm